Os agentes automatizados já absorvem a maioria do tráfego na internet, distorcendo métricas, publicidade e desenho de sites, enquanto novas restrições ao uso de dados pessoais e casos-limite na fronteira redefinem os limites da vigilância. As quedas prolongadas de acesso a conteúdos pagos reacendem o debate sobre propriedade digital, ao mesmo tempo que a padronização de fluxos em vídeo curto acentua o cansaço do utilizador. No mercado, um contrato de 7 mil milhões com o complexo militar e o escrutínio a uma carrinha elétrica sinalizam menos exaltação e mais prova de valor.
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